“Eu sinto muita dor e ela é constante e intratável, remédio nenhum consegue eliminar minha dor, não tem cura”, essa declaração é da Fabiana Oliveira Costa, difícil de ouvir, quanto mais pensar que uma pessoa está vivendo nesse estado há mais de 11 meses.
Há 11 meses quando Fabiana, de 40 anos de idade, começou a sentir dores em seu pé, nunca imaginou que poderia ser uma doença que não teria cura. Seu pé começou a inchar e doer muito, procurou a Santa Casa de Santa Fé, HB de Rio Preto, e depois foi para São Paulo, o diagnóstico, sempre o mesmo, não tem cura, precisa amputar.
O diagnóstico de seu exame apontou para uma doença chamada Linfedema Crônica, e não tem cura.
“Em São José do Rio Preto os médicos não quiseram amputar o meu pé pelo SUS porque querem estudar, e isso demora e eu não aguento de tanta dor, pois é uma doença rara, atípica, e não tem cura, já fui em vários lugares, vários exames foram feitos e foi constatado que não tem cura. Então eu consegui passar por um médico particular e o mesmo disse que essa doença nunca vai curar, como os outros médicos também já tinham falado, então foi decidido amputar. Só que para isso tem um custo que eles estão fazendo bem em conta para me ajudar (R$ 20.000). Mas eu não tenho condições, então preciso arrecadar esse valor o mais rápido possível porque está muito inchado e não aguento mais de tanta dor. Estou pedindo oração e ajuda em dinheiro que pode ser enviado para o PIX 335 352-97800 CPF. Também vou fazer uma ação solidária no dia 9 de março, na cohab Beira Rio, na Rua Alameda Rio Pardo, número 80, venha participar,” conclui Fabiana.