De vereador a vice-prefeito de Três Fronteiras: a trajetória de Rubens de Mello, o Bill

Com experiência de ocupar a cadeira de vereador no mandato passado, Rubens de Mello Teixeira da Silveira, o Bill, 37 anos, bacharel em direito, que hoje exerce o cargo de vice-prefeito de Três Fronteiras, é conhecido por sua atuação próxima à comunidade e pelo diálogo constante com diferentes setores, traz na bagagem um histórico de articulações políticas e resultados concretos para o município. O vice-prefeito fala para os leitores do Jornal Regional sobre sua trajetória, os desafios da administração atual e suas perspectivas para o futuro. Veja a entrevista completa:

Bill, quando e como surgiu a ideia de se tornar um político disputando sua primeira eleição como candidato a vereador?
R. A ideia de me candidatar a vereador surgiu para representar a população e contribuir para com os interesses e necessidades do desenvolvimento de Três Fronteiras.

E para vice-prefeito? Como e quando surgiu a ideia de uma parceria com o Flavinho?
R. Sobre me candidatar a vice-prefeito senti a vontade de dar um passo a mais em minha carreira política, sendo assim coloquei meu nome à disposição. Fui escolhido mediante uma pesquisa, pois havia outros nomes que também desejavam disputar as eleições como vice prefeito.
Quais foram os maiores desafios que enfrentou durante a campanha eleitoral?
R. O maior desafio que enfrenei nessa última campanha eleitoral não foi político, mas pessoal. Perdi minha mãe, depois de 54 dias internada, período em que nossa família ficou sem chão. Foram dias de dor e preocupação, em que precisei me ausentar das visitas com o Flavinho para estar ao lado dela no hospital de base.

As expectativas de realização que você tinha quando ainda não era vice-prefeito tem sido concretizada durante esse início de mandato? Pode citar algumas?
R. Sim, tem sido concretizada. Exemplo: melhoria na educação e saúde (A contratação de mais profissionais no departamento de saúde.)

Além de vice-prefeito você está exercendo outro cargo na administração?
R. Não, apenas como de vice- prefeito.

Sua experiência como vereador facilita o diálogo do poder executivo com a Câmara Municipal?
R. Sim, O executivo e o legislativo têm uma ótima comunicação, atuam de forma harmônica e se complementam.
Quando vereador você mantinha um ótimo contato com a população. Aliás, fato que o credenciou para ser candidato a vice-prefeito. Essa proximidade continua como vice-prefeito?
R. Sim, estou sempre em contato com a população, pois fui eleito para representá-los e nada mais justo que estar em contato para ouvi-los.

É sabido que o vice-prefeito não decide, ou seja, não tem o poder da caneta. Como você tem lidado com isso quando precisa dizer não à população?
R. Quando não consigo atender diretamente a um pedido da população, explico com transparência a situação e busco caminhos para que a demanda chegue a quem pode decidir.

Quais são suas principais metas para o mandato?
R. Continuar me esforçando para contribuir para com o desenvolvimento econômico, melhorar a infraestrutura, investir em educação e saúde pública, garantindo acesso a serviços de qualidade para todos.

Como o senhor quer que a população se lembre da sua atuação como vice-prefeito ao final do mandato?
R. Quero ser lembrado como um vice-prefeito presente, que ouviu, trabalhou e entregou resultados. Que respeitou cada cidadão e cuidou da nossa cidade com compromisso e amor.